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Sindicalistas se unem ao agro para defender lei da reciprocidade

Para as centrais sindicais, a reciprocidade vai ajudar o Brasil a se defender contra o tarifaço de Trump

Foto: The White House
Foto: The White House

As centrais sindicais do país lançaram um manifesto nesta quinta-feira, 3, em apoio à lei de reciprocidade, pilotada pela bancada ruralista no Congresso. O projeto de lei foi aprovado com urgência no Senado e na Câmara. Pela manhã, o presidente Lula também destacou a aprovação da lei, ao afirmar que o país vai reagir ao tarifaço de Trump.

A lei da reciprocidade foi criada pelo senador Zequinha Marinho, tendo Tereza Cristina como relatora. Na Câmara, a relatoria ficou com Arnaldo Jardim, como queriam os ruralistas.

O documento dos sindicalistas, assinado pelos presidentes das sete centrais, entre elas CUT e Força Sindical, ataca diretamente o tarifaço.

“A sobretaxa de 10% imposta aos produtos exportados pelo Brasil terá impactos negativos sobre a produção e o emprego, especialmente na indústria e no agronegócio", afirma o documento.

Para os sindicalistas, “em vez de conter a decadência do império norte-americano, como promete o chefe da Casa Branca, o protecionismo agravará os problemas que afetam a economia mundial, desencadeando uma guerra comercial que pode resultar em uma nova depressão e alimentando o nacionalismo xenófobo".

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