Após as reuniões entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), as tensões acumuladas no fim do ano passado diminuíram, afirmaram ao PlatôBR auxiliares do petista. 

Segundo interlocutores de Lula, assim como ocorreu na escolha do ministro Gustavo Feliciano (Turismo) — aliado de Motta — a definição dos demais nomes que ocuparão os ministérios passa por uma conversa com os líderes do Centrão. 

Com isso, nem todos os secretários-executivos devem ocupar as cadeiras de ministro deixadas por aqueles que disputarão as eleições, como sinalizou anteriormente o presidente. 

O petista quer garantir com a distribuição dos cargos os apoios necessários e para a formação de palanques nas eleições de outubro. O governo quer o maior número de apoios possíveis para desidratar a campanha da oposição, seja de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ou de outro candidato.