O Banco Central informou nesta quarta-feira, 1º, que o endividamento das famílias chegou a 49,7% em janeiro, perto da máxima histórica.

No entorno de Lula, a avaliação é de que o dado pode decidir a eleição em outubro, por “cegar” parte do eleitorado diante de indicadores positivos de emprego e renda.

O principal vilão, nesse diagnóstico, seriam as bets — setor que o próprio governo deixou avançar, de olho na arrecadação, antes de um movimento mais firme de regulação.

Na campanha à reeleição, haverá esforço para sustentar que o endividamento — a ser explorado pela oposição — decorre de múltiplos fatores, como justamente os juros elevados por período prolongado e inflação passada.