A princípio, a esquerda não pretende explorar as recentes intrigas virtuais no campo da direita.

As confusões da semana passada envolvendo Nikolas Ferreira são tratadas como “briga de comadres”, e viraram motivo de chacota entre petistas, que dizem acompanhar tudo “com um balde de pipoca nas mãos”.

A avaliação é de que os atritos do lado oposto devem se arrastar ao longo da campanha, com vaidades, disputas por protagonismo e busca incessante por cliques e engajamento.

Se o tema vier à tona, a ideia é instrumentalizar o ruído para reforçar uma narrativa já em construção: a de que Flávio Bolsonaro não consegue unificar o próprio campo político.