Desde o início do ano, Flávio Bolsonaro está mergulhado na pré-campanha: estruturando equipe, definindo funções e, principalmente, montando palanques regionais. O objetivo é fazer algo mais profissional e planejado do que as campanhas do pai, evitando repetir erros.
Inevitavelmente, o filho do ex-presidente deixou o dia a dia no Congresso em segundo plano.
No burburinho da oposição, atribui-se também a esse afastamento de Flávio a ida de Odair Cunha para o TCU e a possível aprovação de Jorge Messias, na semana que vem, para o STF.
Do lado de Flávio, admite-se esse cenário, mas sem culpa. O entendimento é de que não dá para ter tudo.