Flávio Bolsonaro tem se esforçado para se apresentar como “moderado”, mas governistas apostam que a estratégia não vai colar.

O diagnóstico do deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), por exemplo, é o seguinte: “Esse Flavinho paz e amor não se sustenta”.

“Por um motivo muito simples: há uma base radicalizada que vai pressioná-lo”, acrescentou à coluna.

Almeida afirmou que o que chamou de “ambiente de irracionalidade” não deve se sustentar até outubro e que, com o início da campanha, serão feitas comparações de indicadores entre os governos Bolsonaro e Lula, o que, segundo ele, favoreceria o atual presidente.

“O jogo não começou. Na campanha, o que Flávio terá para mostrar serão as relações com as milícias e as rachadinhas”, provocou.