Antes mesmo da derrota de Jorge Messias no Senado, a cúpula do PSB, partido ao qual Rodrigo Pacheco se filiou no mês passado, já não acreditava mais que o ex-presidente do Senado disputaria o governo de Minas Gerais.
O que mais pesa é simples: Pacheco precisa querer ser candidato em Minas — e, até aqui, não dá sinal seguro nessa direção.
Ele não desistiu de uma vaga no STF ou no TCU. E não quer colar em Lula.