Acendeu o alerta na pré-campanha de Flávio Bolsonaro para conter o clima de “já ganhou” e reforçar que outubro está longe.
Aliados se animaram com a derrota de Jorge Messias e a derrubada do veto à dosimetria das penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
Agora, cobram fatos novos, com receio de que o bom momento nas pesquisas não passe de uma onda, como o PlatôBR mostrou.
Parlamentares mais experientes avaliam que o crescimento acelerado de Flávio foi positivo, mas traz efeitos colaterais: há preocupação de que o filho do ex-presidente tenha atingido um teto antes de começarem os desgastes naturais da campanha.
Chegou a ser ventilada a divulgação de nomes da equipe e de um eventual governo, mas o próprio Flávio decidiu adiar esse movimento. O argumento é que ainda não é o momento.
A coordenação da pré-campanha também ouve apelos para replicar estratégias de 2018, quando Jair Bolsonaro foi eleito, como o uso de outdoors no interior do país e presença ainda maior nas redes sociais, o que já pôde ser percebido nos últimos dias.