Flávio Bolsonaro vai, aos poucos, definindo nomes para a equipe responsável pela elaboração do programa de governo.
Na área da saúde, Flávio tem conversado com Marcelo Queiroga, que foi ministro no governo do pai e é pré-candidato ao Senado pela Paraíba.
Para o agronegócio, o principal nome é mesmo o da senadora Tereza Cristina, ainda cortejada para a vaga de vice na chapa. Outro nome que circula nos bastidores da pré-campanha é o do agrônomo Evaristo de Miranda, que atuou por mais de 40 anos na Embrapa.
O senador Márcio Bittar, que tentará a reeleição pelo Acre, é, até aqui, o escolhido para tratar das questões amazônicas. Já apresentou, inclusive, uma proposta de trabalho para a região.
A área da educação segue sensível. O próprio Flávio evita cravar nomes, mas, no entorno dele, são citados Cláudio de Moura Castro, com passagens por OIT, Banco Mundial e BID, e Mozart Nevez Ramos, ex-reitor da Universidade Federal de Pernambuco e ex-secretário de Educação do estado.
Na economia, como a coluna mostrou, Adolfo Saschida já recebeu missões do pré-candidato à Presidência — há outras pessoas ligadas a Paulo Guedes envolvidas, como o economista Marcos Cintra.
Eduardo Cury, ex-deputado federal por São Paulo, também está confirmado como coordenador do programa de governo, assim como Maria Claudia Bucchianeri, ex-ministra substituta do TSE, na coordenação jurídica eleitoral. A coordenação executiva ficou com Vicente Santini, secretário nacional de Justiça e assessor da Presidência no governo de Jair.
O senador Rogério Marinho coordena a campanha e mira o comando do Senado em 2027.