Nas conversas reservadas de Brasília de ontem para hoje, Flávio Bolsonaro já foi chamado de “ingênuo” e “burro”, entre outros adjetivos impublicáveis.
Políticos mais experientes, integrantes da chamada “velha política”, fazem chacota do fato de o senador ter gravado áudio cobrando dinheiro de Daniel Vorcaro, no contexto e nas circunstâncias de novembro do ano passado.
Também causou espanto, entre interlocutores acostumados aos códigos de Brasília, a mensagem escrita e devidamente registrada: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente”.
Ao classificar a mensagem como “inacreditável”, um deputado do Centrão disse à coluna que esse tipo de registro simplesmente não existe em relações que envolvem poder, dinheiro e projeto eleitoral.