Mais do que nas últimas eleições, marcadas pela percepção de que as campanhas virtuais teriam peso crescente e quase absoluto, a disputa presidencial de 2026 poderá ser decidida em debates, entrevistas e peças de rádio e TV.

Ninguém na política subestima a força das redes sociais nem o impacto do uso da inteligência artificial, para o bem e para o mal. Mas o diagnóstico predominante hoje nas campanhas é o de que a polarização extrema e as fragilidades dos principais projetos eleitorais tendem a tornar o voto mais volátil.

A avaliação é a de que, talvez como raramente ocorreu antes, muitos eleitores poderão decidir o voto para valer durante a própria campanha.