O diretório estadual do PT de Minas Gerais se reuniu no fim de semana e, diante da desistência de Rodrigo Pacheco, defendeu uma candidatura própria ao governo do estado.

No documento de oito páginas divulgado ao fim do encontro, os petistas mineiros aproveitaram para alfinetar o clã Bolsonaro após a decisão dos Estados Unidos de incluir PCC e Comando Vermelho na lista de organizações terroristas.

“O governo Bolsonaro teve longos quatro anos para adotar tal medida, e não o fez”, diz o texto.

O PT mineiro também argumenta que a decisão “busca criar instrumentos de pressão política, econômica e diplomática sobre o Brasil, abrindo caminho para intervenções indevidas em assuntos que dizem respeito exclusivamente ao povo brasileiro e às suas instituições”.