Ninguém consegue arrancar de Geraldo Alckmin um fiapo de declaração sobre a possibilidade de disputar a Presidência da República em 2030.

Até o dia em que Lula o confirmou novamente como vice na chapa à reeleição, Alckmin estava angustiado e ansioso (do jeito dele). Não queria disputar nada em São Paulo, porque considera confortável a posição de vice-presidente, acumulada com o comando do MDIC, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Ex-adversário de Lula, Alckmin tem gostado de ser o vice “discreto e eficiente” que o presidente diz precisar.

PT e PSB não morrem de amores um pelo outro e atravessam, nos bastidores, um momento de tensão ainda maior em meio à formação de palanques nos estados. Alckmin, porém, quer passar longe dessa confusão.