Fernando Haddad e Gabriel Galípolo estão sem se falar. Os juros os separaram.

Vale lembrar: Galípolo foi secretário-executivo de Haddad no Ministério da Fazenda. Depois, o então ministro o colocou numa diretoria do Banco Central e convenceu Lula a entregá-lo o comando da autoridade monetária.

Todo esse empenho foi acreditando que ele lideraria um ciclo acelerado de queda da Selic, o que, diante de pressões inflacionárias, não tem ocorrido.

Agora, Haddad se diz decepcionado e já não esconde de ninguém a frustração. Está fulo da vida com o afilhado político.