Romeu Zema é um estoico. Escuta críticas e elogios sem esboçar muita reação.

Nesta semana, durante um jantar reservado com empresários em Brasília, ouviu que “não dá para seguir a mesma cartilha do Bolsonaro” e que “a esquerda não vai fazer o que tem de ser feito no país”.

Sentando à ponta da mesa, o pré-candidato à Presidência da República ficou em silêncio, apenas balançando a cabeça lentamente.

Minutos depois, ao discursar, disse que acabou com a polarização em Minas Gerais e que “entrou na política para fazer diferente”.

Ao fim do evento, os garçons que serviam os convidados o aplaudiram e quiseram tirar fotos com o mineirinho que tenta, com dificuldade, construir um caminho próprio.