Na coletiva após a convenção que aprovou por aclamação a candidatura do Novo à Presidência da República, como esta coluna antecipou, Romeu Zema se esquivou de duas perguntas.
Por mais de uma vez, o agora candidato foi questionado se pretende partir para o confronto com Flávio Bolsonaro na tentativa de chegar ao segundo turno.
Zema limitou-se a dizer que tudo o que tinha a falar sobre o candidato do PL já havia sido dito. Em outro momento, afirmou que “não vale a pena” repetir o que já disse sobre Flávio.
Outra pergunta da qual tentou escapar três vezes tratava de um eventual indulto a Jair Bolsonaro, caso seja eleito presidente.
Zema não afirmou textualmente que concederia o perdão, mas também não descartou a possibilidade. Preferiu, como bom mineiro, dizer que “precisamos resolver esse problema” e “passar uma borracha nisso”, referindo-se aos atos de 8 de janeiro de 2023.

