O gabinete de Flávio Dino, no STF, virou ponto de peregrinação para quem gostaria de vê-lo de volta à política partidária.

O ministro já recebeu, por exemplo, o sociólogo Jessé Souza, autor de livros como O pobre de direita, que fez questão de deixar claro que enxerga nele um nome da esquerda para o período pós-Lula.

Dino já foi senador e governador do Maranhão e comandou o Ministério da Justiça e Segurança Pública antes de ser indicado por Lula ao Supremo.

A aposta em Brasília é que Dino só toparia voltar à disputa eleitoral se fosse para cumprir uma, até então considerada improvável, missão ainda maior: ser o nome escolhido por Lula para a sucessão.