O PSB, partido de Geraldo Alckmin, vai querer espaço, claro, em um eventual quarto mandato de Lula.

Lideranças socialistas, no entanto, fazem contas e enxergam um congestionamento de nomes, a depender dos resultados em outubro.

Em caso de vitória da chapa à reeleição, Alckmin poderá acabar acumulando novamente a vice-presidência com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A outra pasta atualmente ocupada pelo PSB é o Ministério do Empreendedorismo.

Se a conjuntura das urnas for desfavorável aos quadros nacionais do PSB, o partido poderá terminar com mais nomes do que espaço em um novo governo Lula.

Márcio França, quadro histórico do partido e ex-ministro de Lula, é candidato a vice de Fernando Haddad, que aparece bem atrás nas pesquisas.

João Campos, presidente do PSB, também está atrás na corrida pelo governo de Pernambuco.

Simone Tebet está bem nas pesquisas, mas seria outro nome a ser acolhido em caso de derrota na disputa por uma vaga ao Senado por São Paulo.

A senadora Soraya Thronicke, que se filiou ao PSB para tentar a reeleição pelo Mato Grosso do Sul, é outro nome que vislumbra um lugar na Esplanada na hipótese de não continuar no Senado.

Há ainda Rodrigo Pacheco e Tadeu Alencar, que não são candidatos, mas são considerados ministeriáveis, além de Ricardo Cappelli, ex-presidente da ABDI, que disputa o governo do Distrito Federal, e Paulo Pereira, atual ministro do Empreendedorismo.