Ronaldo Caiado promete, se eleito, trabalhar para acabar com a votação remota de deputados e senadores, prática que se consolidou após a pandemia da Covid-19.
O candidato do PSD à Presidência da República evoca uma discussão pertinente: a de que a votação a distância, embora represente um avanço tecnológico e possa reduzir custos, “mata a natureza” do Parlamento, lugar de debates, negociações e convencimentos.
A coluna ouviu integrantes das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado, que avaliam o voto virtual como um “caminho sem volta”.
Eles defendem, porém, uma melhor normatização, para tentar impedir, por exemplo, que congressistas na praia entreguem o celular a assessores para que votem em seu lugar — o exemplo é real.

