Até o “Moraes Day”, Augusto Cury estava em alta.
O escritor e psiquiatra havia alcançado dois dígitos de intenções de voto para a Presidência da República e passou a chamar a atenção das campanhas adversárias.
Nas pesquisas desta semana, o candidato do Avante continua em terceiro lugar, mas a crise no STF acabou interrompendo o hype de Cury.
O entorno dele, porém, tenta manter a chama acesa, com o argumento de que a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro contaminou a Suprema Corte e que toda essa situação precisa de um freio de fora — ou seja, por meio da candidatura dele.
Desde o início, Cury se apresentou como a “cura” para o embate tóxico entre direita e esquerda e acredita que o cenário no Supremo reforça a necessidade de uma alternativa.

