A lembrança da informação, conhecida desde julho, de que André Mendonça incluiu Flávio Bolsonaro em inquérito que investiga corrupção e lavagem de dinheiro no financiamento do filme “Dark Horse” força, nesta sexta-feira, 11, as campanhas presidenciais a ajustarem discursos.
A brincadeira nos bastidores de Brasília, a partir da quebra do sigilo de inquéritos do caso Master, é a de que “Mendonça já é comunista na Austrália”.
Até ontem, o ministro indicado por Jair Bolsonaro era tratado como o novo herói da direita por ter partido para cima de Alexandre de Moraes.
Por outro lado, embora se acredite que o esquentamento da notícia possa colocar Flávio novamente no centro do furacão do “Dark Horse”, do lado da esquerda há a constatação de que, ao mesmo tempo, isso enfraquece a tese de que o ministro age politicamente para favorecer o candidato do PL à Presidência da República.

