A Polícia Federal encontrou, durante uma busca e apreensão em endereço de Ciro Nogueira, um papel com anotações perto da churrasqueira.

De acordo com relatório policial que veio à tona a partir das quebras de sigilo do caso Master, uma funcionária da casa disse que o senador havia entregado papéis para que fossem queimados por serem “antigos ou sem serventia”.

A queima não ocorreu, ainda segundo ela, por falta de tempo.

Nesse rascunho específico, aparece a palavra “Câmara” como uma espécie de título, seguida de uma lista de primeiros nomes e números ao lado.

Os nomes coincidem com os de deputados.

O papel, por si só, não prova a prática de qualquer irregularidade. A própria PF destacou que o material “carece de esclarecimento” e passará por análise contextualizada.

A coluna soube que representantes de bets ficaram alvoroçados com a notícia, temendo que o papel possa se referir a repasses que teriam sido supostamente acordados com parlamentares.