A campanha de Lula resolveu apostar, na largada do segundo turno, em candidatos do PT que dominam a linguagem das redes sociais e foram eleitos ou reeleitos no último domingo, 4.

Mas há quem considere a estratégia uma “bobagem”, que não produzirá o efeito esperado.

Quem discorda da ofensiva avalia que esses influenciadores já conquistaram o que queriam — o mandato — e terão dificuldade para convencer o eleitorado mais ao centro, que poderia ser atraído não propriamente para Lula, mas para uma posição contrária aos Bolsonaro.

Marqueteiros mais experientes da esquerda veem, de longe, a condução da campanha petista como “confusa” e “sem rumo”.

“Este início do segundo turno mostrou desespero. Muita firula, reuniões inúteis, queimação de pessoas. Tudo negativo. Campanha não se faz com assembleia para dar palpite”, comentou um deles.