Léo Índio, sobrinho de Jair Bolsonaro que fugiu para a Argentina, não explicou a Alexandre de Moraes o motivo de sua ida para a Argentina. O suplente de vereador em Cascavel, no Paraná, só apresentou ao STF uma permissão provisória para ficar naquele país até junho deste ano.
Como revelou a coluna na semana passada, Léo Índio fugiu para a Argentina para pedir asilo político no país de Javier Milei. O sobrinho de Bolsonaro é réu no STF pelos atos golpistas do 8 de Janeiro.
No documento, Léo Índio informou seu endereço na Argentina. Ou seja, caso ele seja condenado no STF por sua participação no 8 de Janeiro, não estará, na teoria, foragido da Justiça brasileira.
Na quinta-feira, 27, o STF deu 48 horas para Léo Índio explicar a saída do país.
O sobrinho de Bolsonaro não deu mais explicações ao STF além de ter protocolado o documento de permissão do governo argentino com seu endereço.
Em entrevistas e em suas redes sociais, no entanto, Léo Índio afirma que foi à Argentina porque se sente perseguido politicamente pelo STF.