Aliados de Flávio Bolsonaro pontuam que a tour do senador no exterior serviu para “cumprir caprichos” e dar visibilidade a Eduardo Bolsonaro, que teve seu mandato cassado e está fora do país há um ano.

Integrantes do PL não veem como esses encontros no exterior ajudarão Flávio na disputa pelo Palácio do Planalto. Esses aliados afirmam que o senador deveria estar no Brasil, formando alianças e fortalecendo seu nome como pré-candidato à Presidência.

Como mostrou a coluna, o PL quer que ele passe a viajar pelo Brasil depois de março.

A análise é de que, após ter o mandato cassado, ter falhado nas negociações com Donald Trump pelo tarifaço e pela aplicação da Lei Magnitsky, Eduardo precisava mostrar capital político ao lado do irmão, que foi o escolhido por Jair Bolsonaro para concorrer ao Planalto.

Na última semana, Flávio esteve com Eduardo na França, onde teve encontros com políticos da direita e deu entrevistas a jornais franceses. Os dois também passaram por Israel e Bahrein no início do ano.