Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República, passou quatro dias se preparando para a sabatina do Jornal Nacional, nesta quarta-feira, 26.

Durante o treinamento, a campanha tentou antecipar as perguntas que seriam feitas pelos jornalistas César Tralli e Renata Vasconcellos.

Só uma não estava no radar — justamente a primeira, sobre a proposta de criação de uma bomba atômica.

A avaliação da campanha foi de que, apesar de ter sido pego de surpresa logo no início da sabatina, Renan se saiu bem na resposta, ao associar a defesa do armamento nuclear à ideia de “soberania”, tema que ganhou espaço nesta corrida presidencial.

“O mundo está passando por uma mudança muito grande. Se o Brasil quiser sentar com Estados Unidos, Rússia, Índia e China, tem que ter soberania sobre o próprio território, armamento nuclear”, argumentou.