A decisão sobre topar ou não o convite de Donald Trump para integrar o “Conselho da paz” para a Faixa de Gaza ainda não foi tomada pelo governo Lula.

A leitura é que integrar ou ficar de fora do grupo seriam movimentos diplomáticos com riscos implicados, mas, hoje, as desconfianças predominam. Brincou à coluna um diplomata a par das discussões:

“Tem que ler todo esse contrato, as letras miúdas… E olhar contra o sol para ver se não é nota falsa”.

Criado e presidido por Trump para supervisionar o trabalho de um Comitê Nacional para a Administração de Gaza, o conselho para o qual o Brasil foi convidado pretende incluir líderes de países de todo o mundo.

Na terça-feira, 20, o presidente americano confirmou o convite a Lula, disse “gostar” do petista e que espera dele um “grande papel” no conselho.