A semana que passou não foi boa para a campanha de Lula à reeleição.

Os fatos novos envolvendo Lulinha, filho do presidente, mexeram com o ânimo até dos mais otimistas com a vitória em outubro.

As lideranças mais experientes do entorno do presidente têm tratado de conter o clima de favoritismo e convocar a militância para “a luta da campanha“.

Em mensagem enviada à coluna, Beto Albuquerque, quadro histórico do PSB, principal partido da aliança com o PT, criticou correligionários que já especulam sobre o futuro da esquerda pós-Lula.

“Antes de pensarmos em 2030, temos responsabilidade de vencer bem a eleição deste ano e, depois, governar com muita dedicação o Brasil para os brasileiros”, afirmou.

Na semana passada, o PlatôBR noticiou que, independentemente do que ocorrer nas urnas em outubro, o PSB planeja lançar candidatura própria à Presidência da República em 2030.

“Se tem gente pensando em 2030, não está contribuindo com o agora. A vida ensina que o que se vive é o agora. Nunca se vive o depois com antecedência, porque ele não existe. Quem tem pressa quebra a cara”, emendou Albuquerque.