No primeiro momento, sob as restrições impostas por Alexandre de Moraes, lideranças do PT e do PL veem pouco impacto da prisão domiciliar temporária de Jair Bolsonaro na corrida presidencial.

Dos dois lados, a concessão era dada como certa e interpretada como gesto de “bom senso”, diante da situação de saúde do ex-presidente, que, nesta tarde de terça-feira, 24, segue internado.

Aliados de Bolsonaro apostam que, em casa, ele poderá ampliar gradualmente a influência na campanha do filho Flávio. Entre governistas, um senador disse à coluna que “agora vamos ver se acaba a vitimização”.