Um líder do Centrão leu a reportagem de Luciana Lima no PlatôBR e disse à coluna:
“A esta altura, os bolsonaristas já entenderam que o Centrão não vai dar mole. É disputa de poder. O PL não terá vida fácil só porque fez maioria na Câmara e no Senado.”
O deputado continuou:
“No governo do Jair Bolsonaro, o Centrão avançou. O Centrão não baixou a cabeça para o pai nem vai baixar a cabeça para o filho”, afirmou, referindo-se a uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro no próximo domingo, 25.
No governo Jair Bolsonaro, o Centrão conseguiu consolidar o chamado orçamento secreto, em parceria com a Casa Civil da época, comandada pelo general Luiz Eduardo Ramos, que ficou conhecido como “o general do Centrão”.
Na ocasião, este colunista ouviu relatos de que lideranças do Centrão saíam do Palácio do Planalto gargalhando por terem conseguido, na avaliação de uma dessas lideranças, “colocar o governo no bolso”.
Flávio, dizem aliados, é mais “esperto” e “mais habilidoso politicamente” que o pai.

