A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Renan Calheiros, criou nesta quinta-feira, 15, um grupo de trabalho composto por sete senadores para acompanhar as investigações sobre as fraudes no Banco Master. Na prática, a atuação deste grupo será semelhante à de uma CPI e prevê até a prerrogativa de fazer convocações. 

A instrução normativa assinada por Renan lista o grupo com os senadores Fernando Farias, do MDB de Alagoas; Eduardo Braga, do MDB do Amazonas; Esperidião Amin, do PP de Santa Catarina; Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, do PT do Amapá; Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe; Leila Barros, do PDT do Distrito Federal; e Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal.

Conforme o despacho de Renan Calheiros, os membros do grupo de trabalho poderão “realizar e sistematizar todos os atos legislativos voltados ao efetivo acompanhamento” do caso.

Essas prerrogativas incluem apresentar requerimentos de convocação de envolvidos e autoridades e pedidos de informação, a exemplo do que ocorre em CPIs, e propostas legislativas relacionadas ao tema.