Há um temor real, entre integrantes da campanha de Lula, de que os Estados Unidos tentem interferir, ainda que indiretamente, nas eleições brasileiras deste ano.
Segundo auxiliares do presidente, uma das preocupações é que Washington possa recorrer às big techs para influenciar a distribuição de conteúdos nas redes sociais, sobretudo na reta final da campanha, alterando o alcance de determinadas mensagens junto ao eleitorado.
O receio tem nome e sobrenome: Marco Rubio, secretário de Estado americano e a figura mais ideológica do governo Donald Trump na política externa.
A preocupação ganhou força em meio à escalada da crise entre Washington e Brasília e às manifestações públicas de Lula de que não aceitará interferência americana no processo eleitoral.

