Faltando pouco mais de duas semanas para o primeiro turno das eleições, Lula decidiu criticar a Igreja Católica.

Em encontro com lideranças evangélicas no Palácio do Planalto nesta semana, o presidente afirmou que a Igreja Católica cresce menos que a evangélica por “não acabar com o celibato“.

Ainda que o tema ronde há anos os comentários sobre a Igreja — sobretudo entre quem não a frequenta — e esteja em consonância com o que pensa parte do senso comum, até aliados não entenderam por que Lula decidiu instigar essa rivalidade, ainda mais em um momento de alerta na campanha.

Em todas as pesquisas, Lula aparece com desempenho melhor entre os católicos.

A coluna apurou que, entre cardeais, a reação também foi de incompreensão e espanto.

“Eu só teria a dizer: ‘¿Por qué no te callas, Lula?'”, afirmou um cardeal e arcebispo.