Flávio Bolsonaro, recém-chegado dos Estados Unidos, vai se apresentar como o responsável pela decisão americana de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações criminosas.

Antes mesmo do anúncio, aliados do senador já tratavam a medida como um possível ativo de campanha, sob a avaliação de que a segurança pública terá peso decisivo na eleição presidencial.

No Palácio do Planalto, a aposta é que a decisão americana reforça a narrativa de que Flávio quer “entregar o Brasil aos Estados Unidos” e ajuda a turbinar o discurso da soberania nacional, explorado pela pré-campanha de Lula à reeleição.