Enquanto, no plano nacional, discute-se se Tereza Cristina será vice de Flávio Bolsonaro — ela diz que não —, outra decisão era aguardada em Mato Grosso do Sul, estado da senadora.
Tereza, que está no meio do mandato de oito anos em Brasília, decidiu não disputar o governo local, o que trouxe alívio à candidatura à reeleição do atual governador, Eduardo Riedel. Dois anos atrás, ela também abriu mão de concorrer à Prefeitura de Campo Grande, uma eleição praticamente ganha.
Tereza já não esconde, nem mesmo em entrevistas, o que antes dizia apenas em reservado: quer tentar ser a primeira mulher a comandar o Senado na próxima legislatura.