A campanha de Lula “fará o diabo” para Flávio Bolsonaro desmaiar novamente em um debate eleitoral, como ocorreu em 2016, quando ele tentou ser prefeito do Rio e precisou ser acudido ao vivo por Jandira Feghali.

Faz parte da estratégia petista explorar a imagem de um Flávio inexperiente em todos os aspectos, inclusive emocionalmente.

Flávio coloca o mal-estar de dez anos atrás na conta de remédios que tomava na época e de uma intoxicação alimentar.

Agora, aliados dizem que o pré-candidato à Presidência “ganhou segurança”, “amadureceu muito” e criou “casca grossa”. Ele tem treinado respostas para os ataques mais previsíveis do PT, e assegura estar pronto.

Campanha é também divã.