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    <title>PlatôBR - Últimas notícias</title>
    <description>O PlatôBR é um site de jornalismo sobre poder e política, com reportagens, entrevistas, artigos e análises sobre Brasília e o cenário político brasileiro.</description>
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    <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 13:08:00 +0000</pubDate>
    <language>pt-BR</language>
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    <item>
      <title>Mesmo após a campanha, Lula mantém mobilização e convoca 'exército' contra bets</title>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 13:06:00 +0000</pubDate>
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      <dc:creator><![CDATA[Luciana Lima]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[O presidente divulgou áudios e vídeos contra a liberação das casas de apostas e um abaixo-assinado com o objetivo de pressionar conta a ação de entidades e clubes de futebol que querem suspender a proibição ]]></subtitle>
      <description><![CDATA[A campanha terminou, mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a mobilização contra as casas de apostas, as chamadas bets. Nesta terça-feira, 3, o petista mandou um recado aos mais de 10 milhões de integrantes do grupo de WhatsApp “Exército do Lula”, chamando a atenção para a audiência pública que o STF (Supremo Tribunal Federal) realiza nesta manhã para discutir os impactos da proibição das apostas. Logo depois do recado, a “ordem” para o “exército” foi levantar a hashtag #BetsNuncaMais. A ideia agora é acoplar o grupo criado pelo deputado André Janones (Rede-MG) a todas as ações do presidente nas redes. Lula publicou a mesma mensagem em seus perfis oficiais, e Janones lançou em seguida um abaixo-assinado pela manutenção da proibição das bets.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A campanha terminou, mas o presidente&nbsp;<a href="https://platobr.com.br/o-desafio-de-lula-para-acomodar-ex-ministros-derrotados-e-centrao-no-novo-governo" rel="">Luiz Inácio Lula da Silva</a>&nbsp;mantém a mobilização contra as casas de apostas, as chamadas bets. Nesta terça-feira, 3, o petista mandou um recado aos mais de 10 milhões de integrantes do grupo de WhatsApp “Exército do Lula”, chamando a atenção para a audiência pública que o&nbsp;<a href="https://portal.stf.jus.br/" rel="">STF</a>&nbsp;(Supremo Tribunal Federal) realiza nesta manhã para discutir os impactos da proibição das apostas.
Logo depois do recado, a “ordem” para o “exército” foi levantar a hashtag #BetsNuncaMais. A ideia agora é acoplar o grupo criado pelo deputado André Janones (Rede-MG) a todas as ações do presidente nas redes. Lula publicou a mesma mensagem em seus perfis oficiais, e Janones lançou em seguida um abaixo-assinado pela manutenção da proibição das bets.
A audiência foi convocada pelo ministro Luiz Fux, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 8027, apresentada pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL). Entidades e clubes tentam fazer com que Fux suspenda os efeitos da MP editada por Lula em pleno segundo turno até que o Congresso conclua a análise da medida ou o STF julgue a ação, o que ocorrer primeiro.
Pelo governo, participam a AGU (Advocacia-Geral da União) e os ministérios da Fazenda, do Esporte, da Saúde e da Justiça. Contra a MP estão a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e representantes de clubes como Flamengo, Fluminense, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo, Corinthians, Ponte Preta, Vitória, Guarani e Portuguesa. Também estão presentes representantes da CNI (Confederação Nacional da Indústria), do Uerj Reg (Laboratório de Regulação Econômica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão).
A audiência começou às 10h, na sala de sessões da Segunda Turma, com transmissão ao vivo pela Rádio Justiça, pela TV Justiça e pelo canal do STF no YouTube.
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    <item>
      <title>Pós-eleição: cardeal vê país 'arrebentado' e critica idolatria a políticos</title>
      <guid isPermaLink="false">/ceIO52JjXI at https://platobr.com.br</guid>
      <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 13:08:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/pos-eleicoes-cardeal-ve-pais-arrebentado-e-critica-idolatria-a-politicos</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Diego Amorim]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Em missa de Finados, bispo católico lamenta o afastamento entre famílias e critica expectativa de que líderes políticos possam "restaurar a vida"]]></subtitle>
      <description><![CDATA[O cardeal dom João Braz de Aviz aproveitou uma missa no Dia de Finados, em Brasília, para mandar recados políticos aos fiéis, ainda divididos em razão das eleições de 2026. "Estamos tão arrebentados, tão divididos. Nós nos dividimos. Estamos separados das famílias, separados da nossa nação. Já não estamos contentes com muitos que estão do outro lado", disse ele, atribuindo ao "demônio" o papel de quem divide.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O cardeal dom João Braz de Aviz aproveitou uma missa no Dia de Finados, em Brasília, para mandar recados políticos aos fiéis, ainda divididos em razão das eleições de 2026.
"Estamos tão arrebentados, tão divididos. Nós nos dividimos. Estamos separados das famílias, separados da nossa nação. Já não estamos contentes com muitos que estão do outro lado", disse ele, atribuindo ao "demônio" o papel de quem divide.
Dom Braz de Aviz também abordou em seu sermão a idolatria a políticos.
"Será que qualquer líder humano será capaz de restaurar a nossa vida e de garanti-la? Precisamos reencontrar a alegria da comunidade, da nossa comunhão e da nossa liberdade", acrescentou o cardeal, que foi arcebispo de Brasília entre 2004 e 2011.
A própria Igreja Católica viveu uma divisão durante a campanha presidencial deste ano, como esta coluna mostrou. Bispos católicos <a href="https://platobr.com.br/eleicao-acabou-mas-cnbb-tem-acusacoes-de-falsidade-ideologica-pro-lula-para-resolver" rel="">ainda estão juntando os cacos</a>.
Aliás, cabe outro registro nesta temática política e religião: o jornal O Globo publica que, no dia do segundo turno, durante um culto, o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal, criticou o lema do bolsonarismo, dizendo que não aprova "aquela teoria de Deus, pátria e família".&nbsp;<br>
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    </item>
    <item>
      <title>André Janones e a comparação com 'o cantor de barzinho'</title>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 12:33:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/andre-janones-e-a-comparacao-com-o-cantor-de-barzinho</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Diego Amorim]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Deputado tem sido abordado em aeroportos por eleitores que querem agradecer, tirar fotos e até chorar abraçado a ele]]></subtitle>
      <description><![CDATA[André Janones, o deputado que se tornou "o general do Exército de Lula" no segundo turno, tem vivido dias de celebridade, com entrevistas e convites para palestras e treinamentos. Nos aeroportos, ele tem sido abordado por gente que quer agradecer, parabenizar, tirar foto ou simplesmente dar um abraço e… chorar. A coluna presenciou uma dessas cenas no aeroporto de Brasília na última sexta-feira, 30.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[André Janones, o deputado que se tornou "o general do Exército de Lula" no segundo turno, tem vivido dias de celebridade, com entrevistas e convites para palestras e treinamentos.
Nos aeroportos, ele tem sido abordado por gente que quer agradecer, parabenizar, tirar foto ou simplesmente dar um abraço e… chorar. A coluna presenciou uma dessas cenas no aeroporto de Brasília na última sexta-feira, 30.
Janones tem comparado o sucesso que experimenta agora ao de cantores que passam anos e anos tocando em barzinhos e só são descobertos quando aparecem na TV.
"O mais interessante de entender nesta eleição não é o que eu fiz. O que eu fiz é o que já faço há muito tempo. Eu sempre fiz isso. Precisamos saber o que fez as pessoas me ouvirem, por que as pessoas resolveram me ouvir", disse ele à coluna, entre uma foto e outra.
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    </item>
    <item>
      <title>Pisar no freio ou seguir em frente? O dilema que o Copom leva para a mesa nesta terça</title>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 03:07:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/pisar-no-freio-ou-seguir-em-frente-o-dilema-que-o-copom-leva-para-a-mesa-nesta-terca</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Antonio Temóteo]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Copom começa reunião sob pressão do governo para seguir cortando a Selic, hoje em 13,75%. Goldman Sachs vê piora da inflação e defende pausa para preservar credibilidade]]></subtitle>
      <description><![CDATA[O Copom (Comitê de Política Monetária) inicia nesta terça-feira, 3, a penúltima reunião do ano sob forte pressão do governo para que o colegiado mantenha o ciclo de cortes de juros. A Selic está em 13,75% ao ano e o mercado avalia que não há espaço para novas reduções. O economista-chefe do Goldman Sachs para a América Latina, Alberto Ramos, vê piora no cenário para a inflação no Brasil. Ele cita a combinação de alta do dólar, volatilidade no preço dos ativos, promessas de aumento de gastos públicos feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e falta de clareza sobre a possibilidade de o governo estabelecer uma âncora fiscal crível no curto prazo.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O <a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/copom" rel="">Copom</a> (Comitê de Política Monetária) inicia nesta terça-feira, 3, a penúltima reunião do ano sob forte pressão do governo para que o colegiado mantenha o ciclo de cortes de juros. A Selic está em 13,75% ao ano e o mercado avalia que não há espaço para novas reduções.
O economista-chefe do Goldman Sachs para a América Latina, Alberto Ramos, vê piora no cenário para a <a href="https://platobr.com.br/o-indicador-economico-que-sera-uma-pedra-no-sapato-do-proximo-presidente" rel="">inflação</a> no Brasil. Ele cita a combinação de alta do dólar, volatilidade no preço dos ativos, promessas de aumento de gastos públicos feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e falta de clareza sobre a possibilidade de o governo estabelecer uma âncora fiscal crível no curto prazo.
Nesse contexto, Ramos espera que o comitê presidido por Gabriel Galípolo interrompa a queda dos juros, mas sem encerrar de vez o processo de afrouxamento. Entretanto, ele não descarta um novo corte de 0,25 ponto percentual, que levaria a taxa básica para 13,50% ao ano.
“Acreditamos que uma pausa — em vez de um corte — seja a escolha mais adequada do ponto de vista da credibilidade e da gestão de riscos macroeconômicos. Isso não impediria a retomada do ciclo de normalização assim que o balanço de riscos para a inflação se tornar mais favorável. Uma postura menos restritiva agora poderia facilmente levar a uma necessidade de juros mais altos no futuro”, afirmou.
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    </item>
    <item>
      <title>As contas de Celina para fidelizar a base governista da nova Câmara Legislativa </title>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 03:18:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/as-contas-de-celina-para-fidelizar-a-base-governista-da-nova-camara-legislativa</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Caio Barbieri]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Orçamento, mudanças estruturais, funcionalismo e propostas que exigem quórum elevado tendem a testar lealdade dos deputados distritais]]></subtitle>
      <description><![CDATA[Celina Leão (PP) começará o novo governo, em 2027, diante de uma Câmara Legislativa numericamente confortável, mas com o alerta ligado. Dos 24 deputados que tomarão posse em janeiro, 17 pertencem a partidos de centro e de direita, contra sete do PT, do PSOL e do PSB. Politicamente, no entanto, a conta é menos simples. Ibaneis Rocha (MDB) chegou a governar com cerca de 18 deputados entre aliados e independentes, uma maioria que transformava boa parte das votações em rotina. Celina, por outro lado, encontrará um plenário ainda conservador, porém bem mais fragmentado. O PL terá a maior bancada, com cinco deputados, enquanto PP, MDB e Republicanos terão três cada. Nesse cenário, a governadora não deverá ter dificuldade para formar maioria simples em projetos ordinários, mesmo tendo de negociar dentro do próprio campo político. A eleição para a presidência da CLDF já antecipa esse desenho, com as siglas de centro e de direita divididas em torno do comando da Casa. Talvez por isso Celina ainda se mantenha distante da disputa.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<a href="https://platobr.com.br/search/Celina+Le%C3%A3o" rel="">Celina Leão (PP)</a>&nbsp;começará o novo governo, em 2027, diante de uma&nbsp;<a href="https://www.cl.df.gov.br/inicio" rel="">Câmara Legislativa</a>&nbsp;numericamente confortável, mas com o alerta ligado. Dos 24 deputados que tomarão posse em janeiro, 17 pertencem a partidos de centro e de direita, contra sete do PT, do PSOL e do PSB. Politicamente, no entanto, a conta é menos simples.&nbsp;<a href="https://platobr.com.br/o-tempo-vai-mostrar-a-verdade-diz-ibaneis-apos-depoimento-de-ex-presidente-do-brb" rel="">Ibaneis Rocha (MDB)</a>&nbsp;chegou a governar com cerca de 18 deputados entre aliados e independentes, uma maioria que transformava boa parte das votações em rotina.
Celina, por outro lado, encontrará um plenário ainda conservador, porém bem mais fragmentado. O PL terá a maior bancada, com cinco deputados, enquanto PP, MDB e Republicanos terão três cada. Nesse cenário, a governadora não deverá ter dificuldade para formar maioria simples em projetos ordinários, mesmo tendo de negociar dentro do próprio campo político. A eleição para a presidência da CLDF já antecipa esse desenho, com as siglas de centro e de direita divididas em torno do comando da Casa. Talvez por isso Celina ainda se mantenha distante da disputa.
Em votações de quórum qualificado, a conta muda. Mudanças na Lei Orgânica do Distrito Federal precisam de dois terços dos votos, ou seja, 16 deputados, em dois turnos. A margem obriga o Buriti a ir além de sua base mais fiel. Projetos com impacto fiscal, alterações tributárias, reajustes e benefícios para servidores, reorganizações administrativas, decisões envolvendo o BRB e a própria montagem do orçamento também tendem a elevar o preço político da negociação.
A diferença em relação a Ibaneis estará menos na capacidade de aprovar projetos e mais no esforço necessário para construir cada maioria. Celina terá ao seu redor partidos ideologicamente próximos, que não necessariamente chegarão ao plenário com os mesmos interesses. O PL repetiu na Câmara Legislativa o bom desempenho que teve no Congresso e terá tamanho suficiente para apoiar o Executivo em uma votação e negociar as adesões seguintes.
A oposição também muda de tamanho e de condição. Ainda longe dos 13 votos necessários para controlar o plenário, o bloco formado por PT, PSOL e PSB terá musculatura suficiente para fiscalizar, obstruir e explorar divergências dentro da maioria. Saúde, educação, transporte, orçamento e, principalmente, o BRB devem ser o principal terreno de atuação dos sete parlamentares.
]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Grátis para o passageiro, cara para o Congresso: o impasse que trava a tarifa zero</title>
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      <pubDate>Mon, 02 Nov 2026 03:11:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/gratis-para-o-passageiro-cara-para-o-congresso-o-impasse-que-trava-a-tarifa-zero</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Luciana Lima]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Presidente da Câmara ainda não enviou proposta à CCJ nem escolheu relator da PEC. Uso de emendas para bancar a gratuidade enfrenta resistência, e opções em debate podem pressionar a inflação]]></subtitle>
      <description><![CDATA[A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prevê tarifa zero no transporte público nos fins de semana foi um dos itens do pacote de bondades lançado pelo governo durante a campanha eleitoral. O texto é considerado prioridade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para este ano. A julgar pelos primeiros passos do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), porém, não há a mesma pressa. Motta ainda não enviou a proposta à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) nem designou relator para a matéria, que traz um ponto de forte divergência com os anseios dos congressistas: a forma de financiamento. O Planalto quer que os recursos saiam das emendas parlamentares, condição que pode pesar contra Motta na campanha pela recondução ao comando da Casa, na eleição do próximo ano. A maioria dos deputados de centro e toda a direita são contrárias à ideia. O governo, por sua vez, aposta na popularidade da medida e avalia que ela pode ter uma aprovação quase unânime, como a da PEC de redução da jornada de trabalho.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prevê tarifa zero no transporte público nos fins de semana foi um dos itens do pacote de bondades lançado pelo governo durante a campanha eleitoral. O texto é considerado prioridade do presidente&nbsp;<a href="https://platobr.com.br/os-termos-de-lula-para-negociar-uma-nova-alianca-com-o-centrao" rel="">Luiz Inácio Lula da Silva</a>&nbsp;para este ano. A julgar pelos primeiros passos do presidente da <a href="https://www.camara.leg.br" rel="">Câmara</a>, Hugo Motta (Republicanos-PB), porém, não há a mesma pressa. Motta ainda não enviou a proposta à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) nem designou relator para a matéria, que traz um ponto de forte divergência com os anseios dos congressistas: a forma de financiamento.
O Planalto quer que os recursos saiam das emendas parlamentares, condição que pode pesar contra Motta na campanha pela recondução ao comando da Casa, na eleição do próximo ano. A maioria dos deputados de centro e toda a direita são contrárias à ideia. O governo, por sua vez, aposta na popularidade da medida e avalia que ela pode ter uma aprovação quase unânime, como a da PEC de redução da jornada de trabalho.
Próximo do Planalto, Motta priorizou, depois da eleição, o debate sobre uma nova reforma política. O objetivo é unir parlamentares de centro e de direita em torno de seu nome e tentar implantar no país o voto distrital misto, em substituição ao sistema proporcional previsto na Constituição para as eleições legislativas.
O presidente da Câmara já sinalizou ser favorável à gratuidade nos fins de semana, mas contrário à vinculação de emendas como fonte de financiamento. Para o governo, a indicação das emendas foi uma maneira de aproveitar uma rubrica já existente, sem aumentar despesas. Caberia ao Congresso, portanto, propor outra fórmula para aprovar a PEC. Uma das opções em estudo é destinar recursos da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre combustíveis, saída que já tem amparo constitucional. O problema é que elevar a Cide seria impopular, porque teria forte impacto sobre o preço dos combustíveis num momento crítico no cenário externo, por causa da guerra no Irã.
]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>O desafio de Lula para acomodar ex-ministros, derrotados e Centrão no novo governo</title>
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      <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 03:13:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/o-desafio-de-lula-para-acomodar-ex-ministros-derrotados-e-centrao-no-novo-governo</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Victor Fuzeira]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Presidente é cobrado por aliados a antecipar anúncios sobre a composição da Esplanada dos Ministérios, mas diz que deixará as definições para depois da agenda internacional]]></subtitle>
      <description><![CDATA[Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm questionado a capacidade do petista de acomodar na Esplanada dos Ministérios ex-integrantes da atual gestão, aliados derrotados nas eleições e nomes do Centrão. O bloco será decisivo para garantir a governabilidade diante de um Congresso mais à direita a partir do ano que vem. Apesar do desafio e das cobranças por sinalizações sobre a composição da nova equipe, Lula tem dito a interlocutores que pode deixar para tratar da nova composição do governo após a viagem à Turquia e às Filipinas, com retorno previsto para 16 de novembro. Nos últimos dias, o presidente viu crescer, entre aliados e representantes do mercado financeiro, a pressão por definições sobre a área econômica. Entre os cotados para assumir a Fazenda estão o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT). O desempenho de Fonteles no estado, onde Lula obteve 75,88% dos votos válidos e venceu em todos os municípios, reforçou o peso do governador nas articulações. Ele é visto por correligionários como um nome com preparo técnico e capital político para comandar a pasta e, segundo governistas, sinalizou disposição de deixar o cargo caso receba o convite. Uma ala do PT, por outro lado, avalia que Fonteles pode ter papel importante na renovação do partido e na sucessão de Lula, o que alimenta dúvidas sobre sua eventual saída do Executivo piauiense.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm questionado a capacidade do petista de acomodar na Esplanada dos Ministérios ex-integrantes da atual gestão, aliados derrotados nas eleições e nomes do Centrão. O bloco será decisivo para garantir a governabilidade diante de um <a href="https://www.congressonacional.leg.br" rel="">Congresso</a> mais à direita a partir do ano que vem. Apesar do desafio e das cobranças por sinalizações sobre a composição da nova equipe, Lula tem dito a interlocutores que pode deixar para tratar da nova <a href="https://platobr.com.br/lula-ignora-pressoes-do-mercado-e-so-definira-ministros-apos-miniferias" rel="">composição</a> do governo após a viagem à Turquia e às Filipinas, com retorno previsto para 16 de novembro.
Nos últimos dias, o presidente viu crescer, entre aliados e representantes do mercado financeiro, a pressão por definições sobre a área econômica. Entre os cotados para assumir a Fazenda estão o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT). O desempenho de Fonteles no estado, onde Lula obteve 75,88% dos votos válidos e venceu em todos os municípios, reforçou o peso do governador nas articulações. Ele é visto por correligionários como um nome com preparo técnico e capital político para comandar a pasta e, segundo governistas, sinalizou disposição de deixar o cargo caso receba o convite. Uma ala do PT, por outro lado, avalia que Fonteles pode ter papel importante na renovação do partido e na sucessão de Lula, o que alimenta dúvidas sobre sua eventual saída do Executivo piauiense.
O retorno de Fernando Haddad (PT) à Fazenda está, até o momento, descartado. Segundo aliados, o ex-ministro cumpriu uma “missão” ao disputar o governo de São Paulo, em uma eleição na qual Tarcísio de Freitas (Republicanos) era considerado amplo favorito. Haddad é tratado como um “ministro coringa” e pode ser aproveitado em outra área. Uma das possibilidades em discussão é o Ministério da Justiça, que deve ser separado da Segurança Pública. Ele também perdeu força na disputa pela Casa Civil, que passou a ter Camilo Santana (PT-CE) como principal cotado. A atuação do senador nas campanhas de reeleição de Lula e de Elmano de Freitas (PT), no Ceará, fortaleceu seu nome junto ao presidente. Ex-ministro da Educação, Santana também é cogitado para a Segurança Pública.
A lista de aliados que Lula pretende acomodar inclui outros derrotados nas urnas. A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB), que disputou o Senado por São Paulo e não se elegeu, aparece entre os cogitados para voltar à Esplanada, assim como a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede), que também perdeu na disputa paulista. O ex-ministro Márcio França (PSB), que integrou a chapa de Haddad, é igualmente lembrado por interlocutores. A deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), outra petista que não conseguiu uma vaga no Senado, é ventilada para o Desenvolvimento Social. Já o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), derrotado na corrida ao governo de Pernambuco, está entre as opções para Ciência e Tecnologia. Randolfe Rodrigues (PT-AP), Paulo Pimenta (PT-RS), Carlos Fávaro (PSD-MT) e Eduardo Paes (PSD) também são mencionados nas tratativas.
A conta da governabilidade no Lula 4 passará ainda pelo Centrão. O presidente orientou aliados que participaram ativamente da campanha à reeleição a abrir conversas com lideranças do bloco, entre elas o presidente do PSD, Gilberto Kassab. Também os autorizou a acenar com espaço na Esplanada a integrantes da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP. A negociação, contudo, traz de volta um problema que marcou o terceiro mandato: a distância entre o número de partidos com assento no governo e o apoio efetivo que essas legendas entregam no Congresso. Mesmo com PSD, MDB e União Brasil à frente de três ministérios cada um, além de PP e Republicanos também contemplados, Lula enfrentou sucessivos episódios de infidelidade da própria base, inclusive em votações de interesse direto do Planalto.
]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Como ficam os inquéritos contra Flávio Bolsonaro no STF </title>
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      <pubDate>Mon, 02 Nov 2026 03:15:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/como-ficam-os-inqueritos-contra-flavio-bolsonaro-no-stf</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Victor Fuzeira]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Especialistas ouvidos pelo PlatôBR avaliam que precedente da corte pode ser usado para manter os inquéritos no Supremo mesmo após o fim do mandato e fuga para os Estados Unidos]]></subtitle>
      <description><![CDATA[O STF (Supremo Tribunal Federal) pode manter sob sua tutela as investigações contra o ex-candidato do PL à Presidência Flávio Bolsonaro mesmo após o fim do mandato do senador, em janeiro de 2027. A possibilidade se apoia em um entendimento firmado pela corte em 2025, no julgamento do HC 232.627, relatado pelo ministro Gilmar Mendes. Na ocasião, os ministros decidiram que o fim do mandato não encerra o foro quando os crimes investigados foram cometidos durante o exercício do cargo e em razão dele. Para especialistas ouvidos pelo PlatôBR, o precedente tende a ser aplicado às apurações em andamento no tribunal contra o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro. As dúvidas sobre a permanência das investigações no Supremo ganharam força depois da fuga de Flávio para os Estados Unidos. A saída descumpriu a decisão do ministro Alexandre de Moraes que o proibia de deixar o país e determinava a entrega de seus passaportes. A ordem foi expedida em uma investigação aberta a pedido da Polícia Federal para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro por meio de plataformas de apostas. Flávio também é alvo de apuração sobre possíveis irregularidades no financiamento de “Dark Horse”, cinebiografia de seu pai, que teria recebido R$ 61 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, liquidado pelo Banco Central. Esse inquérito era relatado inicialmente pelo ministro André Mendonça, mas a relatoria foi avocada pelo presidente da corte, Edson Fachin, em meio à crise que se instalou no tribunal.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O&nbsp;<a href="https://portal.stf.jus.br/" rel="">STF</a>&nbsp;(Supremo Tribunal Federal) pode manter sob sua tutela as investigações contra o ex-candidato do PL à Presidência Flávio Bolsonaro mesmo após o fim do mandato do senador, em janeiro de 2027. A possibilidade se apoia em um entendimento firmado pela corte em 2025, no julgamento do HC 232.627, relatado pelo ministro&nbsp;<a href="https://platobr.com.br/enquanto-o-stf-protela-providencias-gilmar-avanca-com-ofensiva-contra-nunes-marques" rel="">Gilmar Mendes</a>. Na ocasião, os ministros decidiram que o fim do mandato não encerra o foro quando os crimes investigados foram cometidos durante o exercício do cargo e em razão dele. Para especialistas ouvidos pelo PlatôBR, o precedente tende a ser aplicado às apurações em andamento no tribunal contra o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
As dúvidas sobre a permanência das investigações no Supremo ganharam força depois da&nbsp;<a href="https://platobr.com.br/integrantes-do-pl-ja-admitem-fuga-de-flavio-feio-e-ser-preso" rel="">fuga de Flávio</a>&nbsp;para os Estados Unidos. A saída descumpriu a decisão do ministro Alexandre de Moraes que o proibia de deixar o país e determinava a entrega de seus passaportes. A ordem foi expedida em uma investigação aberta a pedido da Polícia Federal para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro por meio de plataformas de apostas. Flávio também é alvo de apuração sobre possíveis irregularidades no financiamento de “Dark Horse”, cinebiografia de seu pai, que teria recebido R$ 61 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, liquidado pelo Banco Central. Esse inquérito era relatado inicialmente pelo ministro André Mendonça, mas a relatoria foi avocada pelo presidente da corte, Edson Fachin, em meio à crise que se instalou no tribunal.
A permanência dos casos no STF dependerá da comprovação de que os crimes foram cometidos por Flávio durante o mandato e em razão dele, ou seja, com uso da influência ou das prerrogativas do cargo. Para Rubens Beçak, doutor em Direito Constitucional e professor da USP (Universidade de São Paulo), a tendência é que a corte mantenha os processos sob sua competência. “O entendimento consolidado, hoje, no Supremo, é de que os processos que ali estão ficam. Qualquer entendimento diferente representaria mais uma mudança na jurisprudência”, avalia.
A tese foi firmada no julgamento de um habeas corpus apresentado pela defesa do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). À época em que era deputado, ele foi acusado de exigir que servidores de seu gabinete na Câmara devolvessem parte dos salários ao partido. Os advogados pediram que a ação penal fosse julgada pelo Supremo, que reconheceu a própria competência para conduzir o caso mesmo após o fim do mandato e da prerrogativa de foro.
Outra dúvida envolve a continuidade das investigações diante da fuga do parlamentar. O advogado Sérgio dos Anjos, professor de direito penal, explica que a ausência do senador do território nacional não impede o andamento dos inquéritos nem um eventual julgamento, mesmo com o fim do mandato. “Isso não paralisa a ação à qual ele possivelmente deverá responder. O Direito Penal do nosso país não prevê essa exigência, desde que sejam assegurados a ampla defesa e o contraditório por meio de seus advogados constituídos, que poderão apresentar as manifestações necessárias”, afirma.
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    </item>
    <item>
      <title>Prazos do STF empurram para 2027 o julgamento sobre relações de ministros com Vorcaro</title>
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      <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 03:13:00 +0000</pubDate>
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      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Luciana Lima]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Pedido de vista de Flávio Dino vai até 15 de dezembro, e Fachin manteve inquérito do Master por mais 90 dias. Possível retomada do debate deve coincidir com posse de um Senado mais à direita]]></subtitle>
      <description><![CDATA[Os sinais emitidos até agora pelo STF (Supremo Tribunal Federal) não apontam para uma retomada, ainda em 2026, do julgamento sobre o envolvimento de ministros da corte com o banqueiro Daniel Vorcaro. A tendência é que a troca de acusações entre o ministro André Mendonça e o ministro Alexandre de Moraes, que sacudiu o primeiro turno das eleições presidenciais, só volte à pauta no próximo ano.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Os sinais emitidos até agora pelo&nbsp;<a href="https://portal.stf.jus.br/" rel="">STF</a>&nbsp;(Supremo Tribunal Federal) não apontam para uma retomada, ainda em 2026, do julgamento sobre o envolvimento de ministros da corte com o banqueiro&nbsp;<a href="https://platobr.com.br/a-quem-interessa-a-nova-postura-de-daniel-vorcaro" rel="">Daniel Vorcaro</a>. 
A tendência é que a troca de acusações entre o ministro&nbsp;<a href="https://platobr.com.br/pt-mira-mendonca-e-amplia-guerra-em-torno-do-caso-master" rel="">André Mendonça</a>&nbsp;e o ministro&nbsp;<a href="https://platobr.com.br/campanhas-veem-pragmatismo-em-decisao-de-moraes-que-libera-visitas-de-flavio-ao-pai" rel="">Alexandre de Moraes</a>, que sacudiu o primeiro turno das eleições presidenciais, só volte à pauta no próximo ano. 
Duas pendências são determinantes para a reabertura do julgamento. Uma delas é a devolução, pelo ministro Flávio Dino, da questão de ordem levantada por Gilmar Mendes sobre a análise conjunta das suspeitas contra Moraes e Mendonça. O pedido de vista de Dino foi feito em 15 de setembro e, em tese, ele tem até 15 de dezembro para devolver o processo ao plenário. 
O prazo termina, portanto, cinco dias antes do recesso do Judiciário, que vai de 20 de dezembro a 6 de janeiro. Na sequência, vêm as férias coletivas dos ministros, que se estendem até o fim de janeiro e suspendem os julgamentos colegiados.
A outra está na decisão tomada na quinta-feira, 29, pelo ministro Edson Fachin, presidente do STF. Ele determinou que o inquérito da Operação Compliance Zero, que investiga o suposto esquema de fraude financeira do Master, fique sob sua responsabilidade por mais 90 dias. 
Nesse período, Fachin espera que a Polícia Federal lhe entregue tudo o que foi apurado sobre os ministros. Com as férias coletivas, o julgamento só deve ser retomado em fevereiro, quando o plenário volta a se reunir. A data coincide com a posse do novo Senado, que terá uma forte bancada de direita, eleita com a bandeira de aprovar o impeachment de ministros do Supremo.
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    </item>
    <item>
      <title>Entenda os cinco principais pontos da PEC da Segurança Pública</title>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 03:10:00 +0000</pubDate>
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      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Victor Fuzeira]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Da criação de um ministério à redução da maioridade penal, veja o que muda no texto e como o presidente tenta garantir a aprovação no Senado antes da troca do Congresso]]></subtitle>
      <description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) espera aprovar a PEC da Segurança Pública até o encerramento do ano legislativo. Incluída na pauta do plenário do Senado desta terça-feira, 3, pelo presidente Davi Alcolumbre (União-AP), a proposta altera a Constituição para ampliar a integração entre a União, os estados e os municípios no combate à criminalidade, endurecer as regras penais para integrantes de facções criminosas e reorganizar as atribuições dos órgãos de segurança. A aprovação da matéria é também uma condição estabelecida pelo governo para a criação do Ministério da Segurança Pública. Já aprovada pela Câmara, a PEC chegou a entrar na pauta do Senado antes do segundo turno, mas travou diante da resistência do governo a mudar o texto, o que implicaria o retorno da proposta para nova análise dos deputados. O impasse girou em torno da maioridade penal, tema que a oposição tentou incluir no texto a fim de desgastar o governo às vésperas da eleição.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) espera aprovar a <a href="https://platobr.com.br/alcolumbre-prova-fidelidade-a-lula-ao-pautar-pec-da-seguranca" rel="">PEC da Segurança Pública</a> até o encerramento do ano legislativo. Incluída na pauta do plenário do Senado desta terça-feira, 3,&nbsp;pelo presidente Davi Alcolumbre (União-AP), a proposta altera a Constituição para ampliar a integração entre a União, os estados e os municípios no combate à criminalidade, endurecer as regras penais para integrantes de facções criminosas e reorganizar as atribuições dos órgãos de segurança. A aprovação da matéria é também uma condição estabelecida pelo governo para a criação do Ministério da Segurança Pública.
Já aprovada pela Câmara, a PEC chegou a entrar na pauta do <a href="https://www12.senado.leg.br/hpsenado" rel="">Senado</a> antes do segundo turno, mas travou diante da resistência do governo a mudar o texto, o que implicaria o retorno da proposta para nova análise dos deputados. O impasse girou em torno da maioridade penal, tema que a oposição tentou incluir no texto a fim de desgastar o governo às vésperas da eleição. 
O PlatôBR listou as cinco principais mudanças previstas na PEC da Segurança Pública:
A PEC está entre as prioridades do governo no Congresso antes do fim da atual legislatura, sobretudo diante da posse de um Legislativo mais à direita a partir de 2027. A segurança pública, tema em que a esquerda historicamente enfrenta dificuldades e que foi um dos flancos de Lula na eleição presidencial, passou a ser vista pelo entorno do petista como uma oportunidade de construir um novo legado no quarto mandato. Em paralelo, o tema pode abrir uma plataforma política a ser explorada por seu sucessor.
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    </item>
    <item>
      <title>Preços de diárias em hotéis de Brasília disparam no período da posse de Lula</title>
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      <pubDate>Sat, 31 Oct 2026 03:17:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/precos-de-diarias-em-hoteis-de-brasilia-disparam-no-periodo-da-posse-de-lula</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Caio Barbieri]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Pesquisa em plataformas de hospedagem mostra grande variação de tarifas; localização perto da Esplanada pesa no orçamento de quem pretende acompanhar a cerimônia]]></subtitle>
      <description><![CDATA[Quem pretende acompanhar pessoalmente a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o quarto e último mandato presidencial já pode começar a fazer as contas da hospedagem. Marcada para 5 de janeiro, a cerimônia já pressiona as tarifas da rede hoteleira da capital federal, com diárias que podem chegar a R$ 3 mil em acomodações de alto padrão. A experiência de 2023 mostra o potencial de alta. Naquela ocasião, o setor estimava 90% de ocupação, e as diárias para duas pessoas nos hotéis disponíveis da região central chegaram à média de R$ 1,8 mil. Levantamento feito nesta sexta-feira, 30, em plataformas de hospedagem para o período da posse aponta que um dos hotéis mais luxuosos do Setor Hoteleiro Norte cobra a partir de R$ 2.865,36 pelo pernoite. Um estabelecimento próximo ao Palácio da Alvorada anuncia diárias a partir de R$ 1.756,15, enquanto um hotel de alto padrão no Setor Hoteleiro Sul tem referência de R$ 1.482,17. Os sites Hoteis.com e Booking.com também exibem opções do mesmo nível na área central de Brasília, com pouca variação de preço. Na comparação com outras datas, o valor da diária representa um aumento de até 178%. Como os preços das plataformas variam conforme disponibilidade, categoria do quarto, política de cancelamento e momento da consulta, o percentual reflete apenas a amostra pesquisada, e não um índice oficial da hotelaria brasiliense.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Quem pretende acompanhar pessoalmente a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o quarto e último mandato presidencial já pode começar a fazer as contas da hospedagem. Marcada para 5 de janeiro, a cerimônia já pressiona as tarifas da rede hoteleira da capital federal, com diárias que podem chegar a R$ 3 mil em acomodações de alto padrão. A experiência de 2023 mostra o potencial de alta. Naquela ocasião, o setor estimava 90% de ocupação, e as diárias para duas pessoas nos hotéis disponíveis da região central chegaram à média de R$ 1,8 mil.
Levantamento feito nesta sexta-feira, 30, em plataformas de hospedagem para o período da posse aponta que um dos hotéis mais luxuosos do Setor Hoteleiro Norte cobra a partir de R$ 2.865,36 pelo pernoite. Um estabelecimento próximo ao Palácio da Alvorada anuncia diárias a partir de R$ 1.756,15, enquanto um hotel de alto padrão no Setor Hoteleiro Sul tem referência de R$ 1.482,17. Os sites Hoteis.com e Booking.com também exibem opções do mesmo nível na área central de Brasília, com pouca variação de preço. Na comparação com outras datas, o valor da diária representa um aumento de até 178%. Como os preços das plataformas variam conforme disponibilidade, categoria do quarto, política de cancelamento e momento da consulta, o percentual reflete apenas a amostra pesquisada, e não um índice oficial da hotelaria brasiliense.
“É natural que em grandes eventos da cidade haja um aumento na procura por hospedagens, o que acaba gerando impacto nas tarifas. Brasília não tem uma ocupação hoteleira constante, como em cidades turísticas, e a realização desses grandes eventos acaba sendo a nossa alta temporada. Portanto, a melhor dica é se antecipar e garantir uma boa acomodação com tarifas melhores”, disse Jael Silva, presidente do Sindhobar (Sindicato Patronal de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília).
Para quem quer acompanhar a posse e reduzir a conta, a localização pode fazer tanta diferença quanto a categoria do hotel. Os Setores Hoteleiros Norte e Sul concentram as principais redes e deixam o visitante no eixo central de Brasília, com acesso mais direto à Esplanada. Endereços mais distantes da Praça dos Três Poderes tendem a oferecer diárias mais acessíveis. “É sempre mais seguro efetuar a reserva em sites confiáveis para evitar dores de cabeça e golpes”, emendou Jael Silva.
A programação detalhada e o horário da posse ainda não foram divulgados oficialmente pelo <a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br" rel="">Palácio do Planalto</a>. Por isso, quem reservar agora também terá de considerar que acessos, bloqueios de trânsito e o esquema de segurança na Esplanada e na Praça dos Três Poderes serão definidos pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Na posse de 2023, apenas veículos oficiais puderam circular na região dos ministérios e das sedes dos Poderes. Depois dos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro daquele ano, a tendência é que o aparato seja reforçado na próxima cerimônia.
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    </item>
    <item>
      <title>O último período de Lula sem desgaste</title>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/o-ultimo-periodo-de-lula-sem-desgaste</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Diego Amorim]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Reeleito, presidente não demonstra pressa em dar respostas às especulações sobre os rumos do quarto mandato e a montagem da nova equipe]]></subtitle>
      <description><![CDATA[Tancredo Neves dizia que a melhor fase da vida de um político é o intervalo entre o dia em que é eleito e a posse. Já na primeira assinatura, qualquer pessoa com mandato eletivo agrada a alguns e desagrada a outros. Se não assinar nada, da mesma forma.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Tancredo Neves dizia que a melhor fase da vida de um político é o intervalo entre o dia em que é eleito e a posse.
Já na primeira assinatura, qualquer pessoa com mandato eletivo agrada a alguns e desagrada a outros. Se não assinar nada, da mesma forma.
Chegando ao quarto mandato, Lula sabe que governar é um processo de desgaste e de queima de capital político, sobretudo em tempos de polarização extrema.
Por isso, vai saborear cada segundo deste limbo até 5 de janeiro de 2027, quando subirá novamente a rampa do Palácio do Planalto.
]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Parte da esquerda teme que vitória histórica de Lula enterre autocrítica</title>
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      <pubDate>Mon, 02 Nov 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/parte-da-esquerda-teme-que-vitoria-historica-de-lula-enterre-autocritica</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Diego Amorim]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Lideranças ouvidas pela coluna receiam que a força do resultado do segundo turno interrompa o que consideram uma necessária revisão de rumos]]></subtitle>
      <description><![CDATA[Lideranças da esquerda temem que a vitória histórica de Lula sobre Flávio Bolsonaro provoque uma euforia prolongada no entorno do presidente, capaz de interromper um processo de autocrítica iniciado durante o segundo turno. O receio é que os principais nomes do quarto mandato e da cúpula do PT não compreendam que a vitória não significa que "está tudo bem".]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Lideranças da esquerda temem que a vitória histórica de Lula sobre Flávio Bolsonaro provoque uma euforia prolongada no entorno do presidente, capaz de interromper um processo de autocrítica iniciado durante o segundo turno.
O receio é que os principais nomes do quarto mandato e da cúpula do PT não compreendam que a vitória não significa que "está tudo bem".
E não se trata apenas de fazer Lula usar mais o celular. É algo mais profundo.
Políticos mais experientes cobram que Lula privilegie, de verdade, os aliados, retome a articulação com o centro e até com adversários, reaproxime-se urgentemente do "povo", atualize ideias sobre economia, segurança pública e mercado de trabalho e oxigene seu entorno, trazendo gente realmente nova para o núcleo duro do Planalto.
Enfim, a lista é longa.
Mas o que essa turma mais pé no chão acredita que não vai demorar a ouvir é: "Ele ganhou assim, ele sabe o que faz".
]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>'Dancinhas' e 'fuga': decisões de Flávio aprofundam ressaca eleitoral na centro-direita</title>
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      <pubDate>Sun, 01 Nov 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
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      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Diego Amorim]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Candidatos derrotados criticam a campanha do PL e veem a saída do senador do país como mais um motivo de frustração com os resultados]]></subtitle>
      <description><![CDATA[Candidatos de centro-direita que não conseguiram se eleger ou se reeleger em 2026 estão tendo de lidar com uma "ressaca" ainda mais intensa após a derrota de Flávio Bolsonaro para Lula no segundo turno. A saída de Flávio do país e a carta, ajustada em seguida, em que ele, já nos Estados Unidos, se dizia "presidente eleito" fizeram esses políticos, não identificados como "bolsonaristas raiz", lamentarem ainda mais os resultados do primeiro turno.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Candidatos de centro-direita que não conseguiram se eleger ou se reeleger em 2026 estão tendo de lidar com uma "ressaca" ainda mais intensa após a derrota de Flávio Bolsonaro para Lula no segundo turno.
A saída de Flávio do país e a carta, ajustada em seguida, em que ele, já nos Estados Unidos, se dizia "presidente eleito" fizeram esses políticos, não identificados como "bolsonaristas raiz", lamentarem ainda mais os resultados do primeiro turno.
"Perdemos para essa gente. Foi a vitória da dancinha e da lacração", disse à coluna, sob reserva, um candidato ao Senado que perdeu a vaga para um aliado de primeira hora de Flávio.
"Agora é ter paciência, esperar a poeira baixar e torcer para que o país possa reavaliar os estragos", afirmou outro de centro-direita que ficou em terceiro lugar na disputa pelo Senado.
]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Senador do PL vê ingratidão em debate sobre abandono dos Bolsonaro</title>
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      <pubDate>Sat, 31 Oct 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
      <link>https://platobr.com.br/senador-do-pl-ve-ingratidao-em-debate-sobre-abandono-dos-bolsonaro</link>
      <category><![CDATA[Reportagem]]></category>
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      <dc:creator><![CDATA[Diego Amorim]]></dc:creator>
      <subtitle><![CDATA[Márcio Bittar, reeleito pelo Acre, atribui ao ex-presidente a construção da direita nacional e manda uma série de recados ao grupo político]]></subtitle>
      <description><![CDATA[Enquanto Brasília discutia ao longo da semana se o bolsonarismo acabou ou não com a derrota de Flávio Bolsonaro nas urnas, o senador Márcio Bittar (PL-AC) dizia à coluna que há muita precipitação e ingratidão em torno dessa discussão. Para ele, "não faz o menor sentido" interpretar a reeleição de Lula como o fim do bolsonarismo.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Enquanto Brasília discutia ao longo da semana se o bolsonarismo acabou ou não com a derrota de Flávio Bolsonaro nas urnas, o senador Márcio Bittar (PL-AC) dizia à coluna que há muita precipitação e ingratidão em torno dessa discussão.
Para ele, "não faz o menor sentido" interpretar a reeleição de Lula como o fim do bolsonarismo.
"Não existe direita não bolsonarista. Como não existe direita sem o Tarcísio de Freitas. A direita somos todos nós. Vamos excluir, agora, o Bolsonaro? É uma baita precipitação e uma boa dose de ingratidão", disse.
Bittar acrescentou que "ninguém mais do que Jair Messias Bolsonaro é responsável por termos hoje uma direita" no Brasil.
"Não existia referência de direita nacional. E, por isso, ele está pagando um preço que ninguém pagou. Vamos esquecer tudo isso? Vamos largar a mão da família Bolsonaro e largar o Jair Bolsonaro do jeito que ele está? Ah, não tem cabimento."
O senador acreano, reeleito em 2026, também disse que a marca Bolsonaro foi "a grande vitoriosa” no primeiro turno das eleições, com o PL formando maioria em todos os níveis de poder.
"O responsável por essa bancada toda de direita que agora discute se vai largar ou não a mão do Bolsonaro não foi o próprio Bolsonaro? O próprio Tarcísio é uma criação do Bolsonaro."
]]></content:encoded>
    </item>
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