Nunca antes uma pré-campanha deixou tantas rusgas internas nos partidos.

O motivo? A dinheirama do fundo eleitoral, que deu aos presidentes das legendas um “poder imperial”, nas palavras de mais de um parlamentar.

Para 2026, são quase R$ 5 bilhões.

Tirando a cota para mulheres — o que, aliás, provoca uma série de candidaturas laranjas —, cada direção partidária distribui a grana como quer.

Candidatos reclamam da falta de critérios e favorecimentos.

O clima não está bom entre correligionários.