Embora Benedita da Silva seja evangélica, o PT do Rio de Janeiro não pretende direcionar a campanha dela ao Senado a esse segmento religioso. 

Dirigentes do partido avaliam o eleitorado evangélico, alinhado a candidaturas conservadoras e de direita nas últimas eleições, não deve mudar de forma significativa em 2026, mesmo com a presença de Benedita. A petista tem trajetória ligada a pautas sociais e à defesa de direitos.

Lideranças do PT no Rio de Janeiro também ponderam que tentativas de aproximação poderiam ser interpretadas como artificiais ou oportunistas, com baixo retorno eleitoral.

Com isso, a campanha de Benedita, prioridade ao PT fluminense, deve concentrar esforços na mobilização junto a movimentos sociais e setores urbanos de perfil progressista.