As recentes pesquisas indicando a consolidação da candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro têm surpreendido, inclusive, aliados mais próximos do clã.
Até o início de dezembro do ano passado, quando Flávio se lançou, a avaliação majoritária era a de que Tarcísio de Freitas seria o melhor nome.
Entre os que incentivavam o governador de São Paulo — e não um dos Bolsonaro —, estava o senador potiguar Rogério Marinho, hoje coordenador da campanha de Flávio.
A decisão, claro, foi do próprio Jair, convencido de que, se passasse o bastão para fora de casa, não teria nunca mais o poder em torno do sobrenome.