Senadores próximos de Davi Alcolumbre disseram à coluna, reservadamente, que o presidente do Senado transparece sentir-se “acuado” com o esperado avanço das investigações do caso do Banco Master.
Há quem aposte que Alcolumbre esteja pronto para levar o tema à mesa de negociações com o Planalto quando — e se — a indicação de Jorge Messias ao STF chegar ao Senado.
Mais cedo, registramos que Messias ouviu de um senador que “a bronca é Davi Alcolumbre”.
A PF investiga um aporte de R$ 400 milhões da Amapá Previdência (Amprev) no Master, durante a gestão de um indicado de Alcolumbre, que não é investigado e já afirmou não ter qualquer relação com os investimentos feitos pela Amprev.