Tarcísio de Freitas nunca pensou a sério deixar o Republicanos, partido ao qual se filiou em 2022 para disputar, com êxito, o governo de São Paulo.
Gilberto Kassab, do PSD, e, principalmente, Valdemar Costa Neto, do PL, tentaram e muito puxar Tarcísio, é verdade, mas o governador costuma dizer a aliados que se sente “seguro” onde está.
Para Tarcísio, nenhuma das promessas que fizeram chegar a ele nos últimos meses supera a “estabilidade” — assim considerada — do Republicanos, “uma legenda sem dono”, a despeito da liderança de Marcos Pereira.
“No caso do Tarcísio, já basta ter Jair Bolsonaro como dono”, comentou com a coluna, ironicamente, um deputado por São Paulo.