Se Lula vencer a eleição de outubro, o eventual quarto governo do petista virá acompanhado de outra disputa, hoje tratada como assunto proibido no Palácio do Planalto: a sucessão dentro da esquerda.

A avaliação corrente em Brasília é de que, já no primeiro dia de um novo mandato, o pêndulo do poder começará a se deslocar gradualmente de Lula para quem poderá sucedê-lo em 2030.

Dentro do governo, não apenas nomes já ventilados do próprio PT, como Fernando Haddad, Rui Costa e Camilo Santana, mas também lideranças de outros setores do campo progressista, incluindo o “PSB renovado”, estarão à espreita desde a largada de 2027.