A campanha de Renan Santos (Missão), candidato à Presidência, classificou como “extremamente positiva” a repercussão da participação do presidenciável no Jornal Nacional, da TV Globo. Ele foi entrevistado pelo telejornal nesta quarta-feira, 26.
Acostumado a fazer campanha nas redes sociais e sem tempo de propaganda eleitoral, Renan vem lidando com uma nova realidade: a participação em sabatinas e debates promovidos por veículos tradicionais de comunicação.
Na avaliação da campanha, o resultado tem sido positivo por uma razão em especial. A equipe do candidato do Missão considera que a exposição nas entrevistas e nos debates tem ajudado a torná-lo mais conhecido.
Segundo a Quaest, Renan ainda é desconhecido por 65% dos eleitores, o que, na avaliação de aliados, significa que há margem para crescimento. “Hoje paramos para almoçar em um restaurante do Rio e ele foi bastante reconhecido”, disse um interlocutor do candidato.
Uma das passagens da entrevista à TV Globo de maior repercussão foi aquela em que Renan reiterou sua tese de que o Brasil precisa ter uma bomba atômica se quiser ser mais respeitado pelas grandes potências globais. Ele também chamou atenção ao defender a adoção de medidas na área de segurança inspiradas no governo de Nayib Bukele, presidente de El Salvador.

