Antes da crise envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, o PL trabalhava com a expectativa de eleger 25 senadores em outubro.
Agora, lideranças da legenda afirmam que a projeção caiu para 17 cadeiras.
Nos bastidores, integrantes do partido atribuem parte da perda de otimismo ao desgaste provocado pelas sucessicas crises e reclamam da condução da formação das chapas em estados estratégicos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.