Em conversas com aliados, Lula tem sinalizado o motivo de insistir tanto por uma candidatura forte em São Paulo — além, é claro, do peso do estado, maior colégio eleitoral do país, com 33,5 milhões de votos.

O presidente tem avaliado que, mantida a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, aumentam as chances de ele conseguir ser reeleito em primeiro turno.

Deste modo, Lula “se mudaria” para São Paulo ao longo do segundo turno e entraria de cabeça na campanha do seu candidato para derrotar Tarcísio de Freitas.

O nome preferido do presidente para a disputa paulista é Fernando Haddad, mas o ministro da Fazenda tem resistido às investidas de Lula e sinalizado que deseja um posto de coordenação em sua campanha à reeleição. Geraldo Alckmin também é cogitado, mas prefere continuar como vice.