Marcos Pereira, presidente do Republicanos, tem sido pressionado por uma ala lulista do partido a adotar uma posição de neutralidade nas eleições de 2026.

O argumento é pragmático: em caso de vitória de Lula, o Republicanos poderia reivindicar uma participação mais robusta na Esplanada.

O partido contou com Silvio Costa Filho como ministro de Portos e Aeroportos, mas a nomeação dele ocorreu mais como uma escolha pessoal do presidente, e não como resultado de acordo político com a legenda.

Os defensores da neutralidade lembram que o Republicanos tem hoje um tamanho semelhante ao do PSD, de Gilberto Kassab, que iniciou o atual governo com três ministérios.

Como a coluna mostrou, há conversas entre Republicanos e PL que passam por Minas Gerais e podem culminar em uma coligação entre as duas siglas nas eleições deste ano.