O tema saiu do foco, mas o STF já traçou uma estratégia para lidar com um eventual processo de impeachment de ministro no ano que vem.
Os sinais dados pela corte são de que, se o Senado realmente decidir avançar com algum pedido, o Supremo tratará a iniciativa como um confronto institucional e pagará para ver. Nesse cenário, o Brasil mergulharia em uma guerra entre poderes fora do comum, de consequências imprevisíveis.
Embora esse desfecho ainda seja considerado pouco provável, o mundo jurídico em Brasília avalia que, se o STF precisasse, em uma situação extrema, entregar um anel para preservar os dedos, o ministro hoje mais fragilizado internamente é Dias Toffoli.