O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ganhou mais uma preocupação para administrar nos bastidores da pré-candidatura. Em meio às dificuldades para atrair outros partidos, o senador resolveu mexer em um setor delicado da campanha: a própria segurança.

Aliados dizem ter identificado mais de duas mil ameaças contra o pré-candidato, entre manifestações explícitas, incitação à violência e conteúdos relacionados até mesmo a possíveis ataques.

A mudança foi feita depois de Flávio recusar a escolta da PF e optar pela proteção da Polícia do Senado. Nessa rearrumação, o esquema de segurança do senador será ampliado, e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, vítima de uma facada em plena campanha, passará a usar colete balístico nas agendas eleitorais.

Integrantes da campanha atribuem o aumento das ameaças ao tom dos discursos recentes de Lula, que, recentemente, sugeriu o “enforcamento” de “traidores” ao fazer referência a integrantes do clã Bolsonaro.