Em meio a tantas análises neste dia seguinte à vergonhosa sessão no STF de terça-feira, 15, a coluna ouviu de uma liderança política uma frase que resume bem o sentimento em Brasília:

“O Supremo deveria pedir recuperação judicial e tentar evitar a falência moral.”

A estratégia escancarada de transformar a crise sem precedentes em um “todo mundo fez” conseguiu fazer com que muita gente, nos bastidores do poder, levasse a sério comentários de que o ideal seria começar o Supremo do zero, com novos integrantes e após uma reforma profunda.